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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Empréstimos Linguísticos do Italiano do Português


As Contribuições do Idioma Italiano ao Português: Estrangeirismos que Ficaram

Prof.Dr. Renato M.E. Sabbatini
Instituto Edumed, Campinas, São Paulo, Brasil.

Ninguém ignora que a Itália foi, após a derrocada do Império Romano, a principal herdeira do latim. Nos séculos seguintes, gerou-se, a partir deste, uma verdadeira “confederação” de novas línguas e dialetos na península, denominados genericamente de italiano. Os especialistas concordam que o isolamento entre povoados que ocorreu no baixo período medieval, em razão da desagregação social e política daquela época, foi o grande motor da divergência linguística na maioria dos países europeus. A padronização dos idiomas ocorreu em grande parte apenas após os movimentos políticos de unificação, no século XIX; o dialeto toscano foi o selecionado para ser a norma culta do italiano, por exemplo.

Apesar de todos os percalços isolacionistas, a influência cultural da península italiana sobre o resto da Europa sempre foi muito grande: o desenvolvimento da culinária, das artes (principalmente as artes plásticas, a costura, o teatro, a arquitetura e a música), das tecnologias militares e de outros setores do conhecimento, foi de tal monta que o italiano gerou gradativamente muitos estrangeirismos em praticamente todos os idiomas ocidentais, inclusive o inglês, o francês, o português e o espanhol. Os incansáveis comerciantes italianos de estados-cidades como Veneza e Gênova se encarregaram de propagar essas palavras, assim como os milhares de competentes artistas, construtores e cozinheiros que começaram a ser “importados” por muitos países após a gigantesca explosão cultural do Renascimento.

No Brasil, especialmente, devido à forte imigração italiana (que alcançou cerca de 3,5 milhões de pessoas a partir da segunda metade do século XIX), a influência do idioma italiano foi mais intensa ainda do que em outros países. Esse fenômeno se repetiu na Argentina, Chile e Uruguai, em menor escala.

A maioria das pessoas ignora que tem origem no italiano um grande número das palavras que usam no seu dia-a-dia. Esse parentesco é bastante evidente em algumas palavras, como os vários tipos de pratos e ingredientes que ganhamos da cozinha italiana, tais como, por exemplo, espaguete, macarrão, panetone, pizza, polenta e risoto; de termos musicais que foram adotados com poucas modificações, como arpejo, batuta, cantata, contralto, maestro, partitura, piano, sonata e violoncelo (sem contar a notação internacionalmente usada de andamentos, como adágio, alegro, andante, largo, piano, presto, etc.) , ou de coisas e fenômenos claramente oriundos daquele país, como doge, fascismo, gôndola, máfia, mezanino, ópera e tômbola. 

No entanto, embora não pareça, muitas outras palavras, como ataque, bronze, charlatão, corredor, desenho, esquadra, feltro, grupo, modelo, namorado, nicho, orquestra, pomada, talher e zero, também foram emprestadas do italiano.  

Curiosamente, termos científicos e médicos foram pouco influenciados pelo italiano, possivelmente pelo fato desses setores terem utilizado o latim por muito tempo. Exceções são raras, como escorbuto, fontanela, malária e petéquia, Já os italianismos referentes às áreas militar e naval são bem mais comuns, como por exemplo, atacar, brigada, canhão, coronel, batalhão, esquadrão, mosquete, casamata, fosso, reduto, soldado, infantaria, florete, avaria, bergantim, mezena, carena, mercante, piloto, fragata, galera, bússola. etc.

Forte influência do italiano pode ainda ser constatada nos termos referentes à arquitetura, à costura, teatro e às artes plásticas, como aquarela, esboço, desenho, esfumar, têmpera, paleta, siena e magenta; baeta, brocado, feltro, tafetá e mussolina; balcão, balaustre, baldaquim, cenário, entalhe, maquete, mezanino, pérgula, pilastra, etc. A institucionalização dos serviços financeiros, que ocorreu em Florença, no século XV, inventou termos amplamente disseminados em todo mundo, como banco, concordata, crédito, débito, bancarrota, empresário e outros.

Alguns termos se originaram de cidades ou regiões específicas da Itália, como merengue, faiença, pistola e siena (referentes a produtos das cidades de Marengue, Faenza, Pistoia e Sienna); e outras, de determinadas pessoas, como maquiavélico (de Niccolò Macchiavelli, autor de “O Príncipe”), baderna (Marietta Baderna, uma atriz italiana que causou grande confusão quando esteve em São Paulo) e cicerone (de Cícero).

Muitas palavras foram aportuguesadas, ao ponto de se tornarem pouco reconhecíveis, como balão, chulo, desfaçatez, embrulho, escorchar, esdrúxulo, garatuja, palhaço, rúcula e tostão, mas muitas outras continuaram ainda a ser representadas na sua grafia original, devido às similaridades fonéticas entre ambos os idiomas, como assassino, bomba, cascata, concerto, contrabando, diva, flauta, fosso, manifesto, miniatura, piano, pipa, polenta, sonata, torso, trio, trombone e viola. 

É interessante constatar, ainda, como alguns italianismos se firmaram em alguns países receptores da imigração italiana, mas não em outros. Isso se deu em grande parte porque o aportuguesamento forçado de algumas palavras pelas famílias de italianos acabou incorporando diversas novas palavras ao vocabulário local, como pança e paúra (de panza, barriga, e paura, medo). Assim, italianismos adotados apenas no Brasil, como palhaço, baderna e esquifoso não o foram em outros países. No sentido contrário, exemplos que não ocorreram no Brasil, mas que no espanhol, sim, são charlar e cháchera (que vem de ciarlare e chiachierare, respectivamente, que significam falar, conversar) e, em inglês, colonnade, cartoon e pun, que se originaram de colonnata, cartone e puntiglio, respectivamente. Aliás, em alguns casos, o italianismo chegou até nós por intermédio de outra língua, como o já aportuguesado cartum.

Devido à (sic) uma certa convivência com argentinos em São Paulo, nas décadas de 20 e 30 (principalmente crupiês e prostitutas), várias expressões de gíria do baixo mundo vieram do italiano via o lunfardo, uma espécie de linguagem em código de criminosos da região de Buenos Aires, entre os quais haviam muito italianos. Assim, por exemplo, incorporamos malandro (delinqüente), e campana (vigia que fazia soar um alarme – um sino – quando vinha a polícia). No entanto, a maioria dos italianismos do lunfardo não passou para cá, como foi o caso de roña, do italiano rogna, ou sujeira.

Abaixo listamos um extenso levantamento que fizemos, de 435 italianismos no português, das cerca de 500 que se estima terem sido integrados ao idioma. Não é uma lista exaustiva, contudo, deixamos de fora muitos termos já obsoletos ou usados apenas em Portugal.


·         adágio (adagio)
·         ágio (agio)
·         aguentar (aguantare)
·         alarme (all'arme) 
·         alegre (allegro)
·         alerta (all'erta)
·         alteza (altezza)
·         alto (alto)
·         andante (andante)
·         antepasto (antipasto)
·         arcada (arcate)
·         ária (aria)
·         aquaforte (acqua forte)
·         aquarela (acquarella)
·         arlequim (Arlecchino)
·         arpejo (arpeggio)
·         arquipélago (archipelago)
·         artesão (artigiano)
·         assassino (assassino)
·         atitude (attitude)
·         atacar (attaccare)
·         avaria (avaria)
·         baderna (Marieta Baderna)
·         baeta (baietta)
·         bagatela (bagatella)
·         balão (pallone)
·         balaustre (balaustra)
·         balcão (balcone)
·         baldaquim (baldacchino)
·         balé (balletto)
·         bancarrota (banca rota)
·         banco (banca)
·         bandido (bandito)
·         banho (bagno)
·         banquete (banchetta)
·         baqueta (bacchetta)
·         barista (barista)
·         barítono (baritono)
·         barraco (baracca)
·         barrete (barretta)
·         bastião (bastione)
·         batalhão (battaglione)
·         batuta ([battuta)
·         beladona (bella donna)
·         belvedere (belvedere)
·         bergantim (brigantino)
·         berlineta (berlinetta)
·         bienal (biennale)
·         bisbilhoteiro (bisbiglio)
·         bisca (bisca)
·         biscoito (biscotto)
·         bisonho (bisogno)
·         bizarro (bizzarro)
·         boletim (bolletino)
·         bomba (bomba)
·         bordel (bordello)
·         borrasca (burrasca)
·         bravo (bravo)
·         bravata (bravatta)
·         brigada (brigata)
·         brocado (broccato)
·         brócoli (broccoli)
·         bronze (bronzo)
·         bufão (buffone)
·         buril (burino)
·         burlesco (burlesco)
·         bússola (bussola)
·         cadência (cadenza)
·         café (caffé)
·         camerlengo (camerlengo)
·         camarim (camerino)
·         camorra (camorra)
·         campana (campanile)
·         canalha (canaglia)
·         canção (canzone)
·         canhão (cannone)
·         cantata (cantata)
·         cantina (cantina)
·         capricho (capriccio)
·         capuchino (cappuccino)
·         carbonário (carbonaro)
·         carenagem (carena)
·         caricatura (caricatura)
·         carícia (carizze)
·         carola (carolla)
·         carlinga (carlinga)
·         carnaval (carnivale)
·         carpete (carpita)
·         carroça (carrozza)
·         carroceria (carrozzeria)
·         carrossel (carosello)
·         cartel (cartello)
·         cartucho (cartoccio)
·         casamata (casamatta)
·         cascata (cascata)
·         cassino (casino)
·         catafalco (catafalco)
·         caviar (caviale)
·         cebola (cipolla)
·         cena (scena)
·         cenário (scenario)
·         charlatão (ciarlatano)
·         chulo (fanciullo)
·         ciabata (ciabatta)
·         cicerone (cicerone)
·         coda (coda)
·         compósito (composito)
·         concertina (concertino)
·         concordata (concordato)
·         comédia (commedia)
·         comparsa (comparsa)
·         concerto (concerto)
·         confeito (confetto)
·         confeti (confetti)
·         contrabando (contrabando)
·         contralto (contralto)
·         cornija (cornice)
·         coronel (colonnello)
·         corredor (corridoio)
·         corsário (corsaru)
·         cortejar (corteggiare)
·         cortesã (cortigiana)
·         coxia (corsia)
·         credência (credenza)
·         crescendo (crescendo)
·         crédito (credito)
·         cupola (cupola)
·         débito (debito)
·         desenho (disegno)
·         desfaçatez (sfacciatezza)
·         diletante (dilettante)
·         diva (diva)
·         doge (doge)
·         dona (donna)
·         domo (duomo)
·         embrulho (imbroglio)
·         entalhe (intaglio)
·         empresário (impresario)
·         esbirro (sbirro)
·         esboço (sbozzo)
·         escaramuça (scaramuccia)
·         escala (scala)
·         escarola (scariola)
·         escarpa (scarpa)
·         escarpim (scarpino)
·         escolta (scorta)
·         escopeta (scopetta)
·         escorbuto (scorbutto)
·         escorchar (scorciare)
·         esdrúxulo (sdrucciolo)
·         esfumar (sfumare)
·         espadachim (spadaccino)
·         espaguete (spaghetti)
·         espaventar (spaventare)
·         esplanada (spianata)
·         esquadro (squadro)
·         esquadra (squadra)
·         esquadrão (squadrone)
·         esquete (schizzo)
·         esquife (schifo)
·         esquifoso (schifoso)
·         esquivar (schivare)
·         esquivo (schivo)
·         estafeta (staffeta)
·         estampa (stampa)
·         estafar (staffare)
·         estafermo (stafermo)
·         estância (stanza)
·         estileto (stiletto)
·         estorno (storno)
·         estrambótico (strambotto)
·         estravagância (stravaganza)
·         estropear (stroppiare)
·         estudio (studio)
·         estuque (stucco)
·         expresso (espresso)
·         fachada (facciata)
·         fagote (fagotto)
·         faiança (Faenza)
·         falsete (falsetto)
·         fanal (fanale)
·         farsa (farce)
·         fascismo (fascismo)
·         favorito (favorito)
·         faxina (fascina)
·         feltro (feltro)
·         festa (festa)
·         festejar (festeggiare)
·         fiasco (fare fiasco)
·         filigrana (filligrana)
·         flauta (flauta)
·         florete (fioretto)
·         fólio (foglio)
·         fontanela (fontanella)
·         fosso (fosso)
·         fracasso (fracasso)
·         fragata (fregata)
·         fresco (fresco)
·         fuga (fuga)
·         fumarola  (fumaruola)
·         fusa (fusa)
·         gabinete (gabinetto)
·         galante (galante)
·         galera (gallera)
·         galeria (galleria)
·         galhardete (gagliardetto)
·         gambito (gambetto)
·         garatujar (grattugiare)
·         garbo (garbo)
·         gazeta (gazzetta)
·         gesso (gesso)
·         girafa (giraffa)
·         girândola (girandola)
·         gôndola (gondola)
·         grafite (grafitti)
·         grandioso (grandioso)
·         granito (granito)
·         grotesco (grottesco)
·         grosa (grossa)
·         grupo (gruppo)
·         gueto (ghetto)
·         guitarra (chitarra)
·         Índigo (indaco)
·         infantaria (infanteria)
·         inferno (inferno)
·         informática (informatica)
·         irredento (irredento)
·         isolar (isolare)
·         laguna (laguna)
·         lambreta (lambretta)
·         lampião (lampione)
·         lancha (lancia)
·         lasanha (lasagna)
·         lava (lava)
·         lazareto (lazaretto)
·         levante (levante)
·         libreto (libretto)
·         loja (loggia)
·         loteria (lotteria)
·         macarrão (macaroni)
·         madona (madonna)
·         madrigal (madrigale)
·         maestro (maestro)
·         máfia (mafia)
·         mafioso (mafioso)
·         magazine (magazzino)
·         magenta (Magenta)
·         magnífico (magnifico)
·         malandro (malandrino)
·         malária (malaria)
·         maneirismo (manierismo)
·         manejar (maneggiare)
·         manicomio (manicomio)
·         manifesto (manifesto)
·         maquete (macchietta)
·         maquiavélico (macchiavelico)
·         marrasquino (maraschino)
·         marina (marina)
·         máscara (maschera)
·         medalha (medaglia)
·         médico (medico)
·         melodrama (mellodrama)
·         mercante (mercante)
·         merengue (Marengo)
·         mezanino (mezzanino)
·         mezena (mezzena)
·         milanesa (milanese)
·         miniatura (miniatura)
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·         modelo (modello)
·         monstro (mostro)
·         morbidez (morbidezza)
·         mortadela (mortadella)
·         moscatel (muscadello)
·         mosquete (moschetto)
·         motete (motteto)
·         mussolina (mussolina)
·         namorado (innamorato)
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·         nicho (nicchia)
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·         ocarina (ocarina)
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·         opereta (operetta)
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·         palafita (palafitta)
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·         palhaço (pagliaccio)
·         pança (panza)
·         panetone (panettone)
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·         parapeito (parapetto)
·         parmesão (parmiggiano)
·         partitura (partittura)
·         pasquim (pasquino)
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·         pastiche (pasticcio)
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·         pedante (pedante)
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·         pelagra (pellagra)
·         penacho (penacchio)
·         peperone (pepperoni)
·         perfil (profilo)
·         pérgula (pergola)
·         pérola (perla)
·         petéquia (petecchia)
·         piano (piano)
·         pícolo (piccolo)
·         pilastra (pilastro)
·         piloto (pilota)
·         pipa (pipa)
·         pistáquio (pistacchio)
·         pistola (Pistoia)
·         pitoresco (pittoresco)
·         pizza (pizza)
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·         polenta (polenta)
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·         politico (politico)
·         poltrão (poltrone)
·         pomada (pomata)
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·         retornelo (ritornello)
·         retrato (ritratto)
·         ribalta (ribalta)
·         ricota (ricotta)
·         risoto (risotto)
·         romança (romanza)
·         rotunda (rotonda)
·         rúcula (arugula)
·         rufião (ruffiano)
·         salame (salami)
·         salão (salone)
·         salsicha (salsiccie)
·         saltimbanco (saltimbanco)
·         saquear (sacheggiare)
·         sarrabulho (quazzabuglio)
·         sedã (sede)
·         sêmola (semola)
·         semolina (semolino)
·         sentinela (sentinella)
·         sépia (sepia)
·         serenata (serenata)
·         simpático (simpatico)
·         siena (sienna)
·         sinfonia (sinfonia)
·         siroco (sirocco)
·         soda (soda)
·         soldado (soldato)
·         solfejo (solfeggio)
·         solo (solo)
·         sonata (sonata)
·         sonatina (sonatina)
·         soneto (sonneto)
·         soprano (soprano)
·         sorgo (sorgo)
·         sotaina (sottana)
·         surdina (sordina)
·         taça (tazza)
·         taco (tacco)
·         tafetá (taffettà)
·         talharim (tagliarini)
·         talher (tagliere)
·         tarantela (tarantella)
·         tarântula (tarantola)
·         tarô (tarocchi)
·         tartaruga (tartaruga)
·         tchau (ciao)
·         tenor (tenore)
·         tenuto (tenuto)
·         têmpera (tempera)
·         terceto (terzetto)
·         terraço (terrazzo)
·         terracota (terracotta)
·         terraplenagem (terrapieno)
·         tímpano (timpano)
·         tocata (toccata)
·         toco (tocco)
·         tômbola (tombola)
·         torcicolo (torcicollo)
·         torso (torso)
·         toscano (toscano)
·         tostão (testone)
·         tramontano (tramontana)
·         trampolim (trampolino)
·         travertino (travertino)
·         trépano (trepano)
·         trio (trio)
·         trombone (trombone)
·         truco (trucco)
·         tuba (tuba)
·         tutifrúti (tutti-frutti)
·         ultramontano (ultramontano)
·         urca (urca)
·         urro (urlo)
·         urrar (urlare)
·         ventarola (ventarola)
·         vila (villa)
·         vilegiatura (villegiatura)
·         viola (viola)
·         violino (violino)
·         violoncelo (violoncello)
·         virtuoso (virtuoso)
·         zarpar (sarpare)
·         zero (zero)
·         zibelina (zibelino)
·         zíngaro (zingaro)

Fonte:
Dicionário Universal da Lingua Portuguesa. Editora Priberam, Portugal.
Disponível on-line em: http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

Copyright 2007 by Renato Marcos Endrizzi Sabbatini
Publicado em agosto de 2007.

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