Artigo disponível em: http://www.renato.sabbatini.com/papers/italianismos.htm
As
Contribuições do Idioma Italiano ao Português: Estrangeirismos que Ficaram
Prof.Dr.
Renato M.E. Sabbatini
Instituto
Edumed, Campinas, São Paulo, Brasil.

Apesar de
todos os percalços isolacionistas, a influência cultural da península italiana
sobre o resto da Europa sempre foi muito grande: o desenvolvimento da
culinária, das artes (principalmente as artes plásticas, a costura, o teatro, a
arquitetura e a música), das tecnologias militares e de outros setores do
conhecimento, foi de tal monta que o italiano gerou gradativamente muitos
estrangeirismos em praticamente todos os idiomas ocidentais, inclusive o
inglês, o francês, o português e o espanhol. Os incansáveis comerciantes
italianos de estados-cidades como Veneza e Gênova se encarregaram de propagar
essas palavras, assim como os milhares de competentes artistas, construtores e
cozinheiros que começaram a ser “importados” por muitos países após a
gigantesca explosão cultural do Renascimento.
No Brasil,
especialmente, devido à forte imigração italiana (que alcançou cerca de 3,5
milhões de pessoas a partir da segunda metade do século XIX), a influência do
idioma italiano foi mais intensa ainda do que em outros países. Esse fenômeno
se repetiu na Argentina, Chile e Uruguai, em menor escala.
A maioria
das pessoas ignora que tem origem no italiano um grande número das palavras que
usam no seu dia-a-dia. Esse parentesco é bastante evidente em algumas palavras,
como os vários tipos de pratos e ingredientes que ganhamos da cozinha italiana,
tais como, por exemplo, espaguete, macarrão, panetone, pizza, polenta e risoto;
de termos musicais que foram adotados com poucas modificações, como arpejo,
batuta, cantata, contralto, maestro, partitura, piano, sonata e violoncelo (sem
contar a notação internacionalmente usada de andamentos, como adágio, alegro,
andante, largo, piano, presto, etc.) , ou de coisas e fenômenos claramente
oriundos daquele país, como doge, fascismo, gôndola, máfia, mezanino, ópera e tômbola.
No entanto,
embora não pareça, muitas outras palavras, como ataque, bronze, charlatão, corredor,
desenho, esquadra, feltro, grupo, modelo, namorado, nicho, orquestra, pomada,
talher e zero, também foram emprestadas do italiano.
Curiosamente,
termos científicos e médicos foram pouco influenciados pelo italiano,
possivelmente pelo fato desses setores terem utilizado o latim por muito tempo.
Exceções são raras, como escorbuto, fontanela, malária e petéquia, Já os
italianismos referentes às áreas militar e naval são bem mais comuns, como por
exemplo, atacar, brigada, canhão, coronel, batalhão, esquadrão, mosquete,
casamata, fosso, reduto, soldado, infantaria, florete, avaria, bergantim,
mezena, carena, mercante, piloto, fragata, galera, bússola. etc.
Forte
influência do italiano pode ainda ser constatada nos termos referentes à
arquitetura, à costura, teatro e às artes plásticas, como aquarela, esboço,
desenho, esfumar, têmpera, paleta, siena e magenta; baeta, brocado, feltro, tafetá
e mussolina; balcão, balaustre, baldaquim, cenário, entalhe, maquete, mezanino,
pérgula, pilastra, etc. A institucionalização dos serviços financeiros, que
ocorreu em Florença, no século XV, inventou termos amplamente disseminados em
todo mundo, como banco, concordata, crédito, débito, bancarrota, empresário e
outros.
Alguns
termos se originaram de cidades ou regiões específicas da Itália, como merengue,
faiença, pistola e siena (referentes a produtos das cidades de Marengue,
Faenza, Pistoia e Sienna); e outras, de determinadas pessoas, como maquiavélico
(de Niccolò Macchiavelli, autor de “O Príncipe”), baderna (Marietta Baderna,
uma atriz italiana que causou grande confusão quando esteve em São Paulo) e cicerone (de Cícero).
Muitas palavras
foram aportuguesadas, ao ponto de se tornarem pouco reconhecíveis, como balão, chulo,
desfaçatez, embrulho, escorchar, esdrúxulo, garatuja, palhaço, rúcula e tostão,
mas muitas outras continuaram ainda a ser representadas na sua grafia original,
devido às similaridades fonéticas entre ambos os idiomas, como assassino, bomba,
cascata, concerto, contrabando, diva, flauta, fosso, manifesto, miniatura,
piano, pipa, polenta, sonata, torso, trio, trombone e viola.
É
interessante constatar, ainda, como alguns italianismos se firmaram em
alguns
países receptores da imigração italiana, mas não em outros. Isso se deu
em grande parte porque o aportuguesamento forçado de algumas palavras
pelas famílias de italianos acabou incorporando diversas novas palavras
ao vocabulário
local, como pança e paúra (de panza, barriga, e paura, medo).
Assim, italianismos adotados apenas no Brasil, como palhaço, baderna e
esquifoso não o foram em outros países. No sentido contrário, exemplos que não
ocorreram no Brasil, mas que no espanhol, sim, são charlar e cháchera
(que vem de ciarlare e chiachierare, respectivamente, que
significam falar, conversar) e, em inglês, colonnade, cartoon e pun,
que se originaram de colonnata, cartone e puntiglio,
respectivamente. Aliás, em alguns casos, o italianismo chegou até nós por
intermédio de outra língua, como o já aportuguesado cartum.
Devido
à
(sic) uma certa convivência com argentinos em São Paulo, nas décadas de 20 e
30 (principalmente crupiês e prostitutas), várias expressões de gíria do
baixo mundo vieram do
italiano via o lunfardo, uma espécie de linguagem em código de
criminosos da
região de Buenos Aires, entre os quais haviam muito italianos. Assim,
por exemplo,
incorporamos malandro (delinqüente), e campana (vigia que fazia
soar um alarme – um sino – quando vinha a polícia). No entanto, a maioria dos
italianismos do lunfardo não passou para cá, como foi o caso de roña, do
italiano rogna, ou sujeira.
Abaixo
listamos um extenso levantamento que fizemos, de 435 italianismos no português,
das cerca de 500 que se estima terem sido integrados ao idioma. Não é uma lista
exaustiva, contudo, deixamos de fora muitos termos já obsoletos ou usados
apenas em Portugal.
·
adágio (adagio)
·
ágio (agio)
·
aguentar (aguantare)
·
alarme (all'arme)
·
alegre (allegro)
·
alerta (all'erta)
·
alteza (altezza)
·
alto (alto)
·
andante (andante)
·
antepasto (antipasto)
·
arcada (arcate)
·
ária (aria)
·
aquaforte (acqua forte)
·
aquarela (acquarella)
·
arlequim (Arlecchino)
·
arpejo (arpeggio)
·
arquipélago (archipelago)
·
artesão (artigiano)
·
assassino (assassino)
·
atitude (attitude)
·
atacar (attaccare)
·
avaria (avaria)
·
baderna (Marieta Baderna)
·
baeta (baietta)
·
bagatela (bagatella)
·
balão (pallone)
·
balaustre (balaustra)
·
balcão (balcone)
·
baldaquim (baldacchino)
·
balé (balletto)
·
bancarrota (banca rota)
·
banco (banca)
·
bandido (bandito)
·
banho (bagno)
·
banquete (banchetta)
·
baqueta (bacchetta)
·
barista (barista)
·
barítono (baritono)
·
barraco (baracca)
·
barrete (barretta)
·
bastião (bastione)
·
batalhão (battaglione)
·
batuta ([battuta)
·
beladona (bella donna)
·
belvedere (belvedere)
·
bergantim (brigantino)
·
berlineta (berlinetta)
·
bienal (biennale)
·
bisbilhoteiro (bisbiglio)
·
bisca (bisca)
·
biscoito (biscotto)
·
bisonho (bisogno)
·
bizarro (bizzarro)
·
boletim (bolletino)
·
bomba (bomba)
·
bordel (bordello)
·
borrasca (burrasca)
·
bravo (bravo)
·
bravata (bravatta)
·
brigada (brigata)
·
brocado (broccato)
·
brócoli (broccoli)
·
bronze (bronzo)
·
bufão (buffone)
·
buril (burino)
·
burlesco (burlesco)
·
bússola (bussola)
·
cadência (cadenza)
·
café (caffé)
·
camerlengo (camerlengo)
·
camarim (camerino)
·
camorra (camorra)
·
campana (campanile)
·
canalha (canaglia)
·
canção (canzone)
·
canhão (cannone)
·
cantata (cantata)
·
cantina (cantina)
·
capricho (capriccio)
·
capuchino (cappuccino)
·
carbonário (carbonaro)
·
carenagem (carena)
·
caricatura (caricatura)
·
carícia (carizze)
·
carola (carolla)
·
carlinga (carlinga)
·
carnaval (carnivale)
·
carpete (carpita)
·
carroça (carrozza)
·
carroceria (carrozzeria)
·
carrossel (carosello)
·
cartel (cartello)
·
cartucho (cartoccio)
·
casamata (casamatta)
·
cascata (cascata)
·
cassino (casino)
·
catafalco (catafalco)
·
caviar (caviale)
·
cebola (cipolla)
·
cena (scena)
·
cenário (scenario)
·
charlatão (ciarlatano)
·
chulo (fanciullo)
·
ciabata (ciabatta)
·
cicerone (cicerone)
·
coda (coda)
·
compósito (composito)
·
concertina (concertino)
·
concordata (concordato)
·
comédia (commedia)
·
comparsa (comparsa)
·
concerto (concerto)
·
confeito (confetto)
·
confeti (confetti)
·
contrabando (contrabando)
·
contralto (contralto)
·
cornija (cornice)
·
coronel (colonnello)
·
corredor (corridoio)
·
corsário (corsaru)
·
cortejar (corteggiare)
·
cortesã (cortigiana)
·
coxia (corsia)
·
credência (credenza)
·
crescendo (crescendo)
·
crédito (credito)
·
cupola (cupola)
·
débito (debito)
·
desenho (disegno)
·
desfaçatez (sfacciatezza)
·
diletante (dilettante)
·
diva (diva)
·
doge (doge)
·
dona (donna)
·
domo (duomo)
·
embrulho (imbroglio)
·
entalhe (intaglio)
·
empresário (impresario)
·
esbirro (sbirro)
·
esboço (sbozzo)
·
escaramuça (scaramuccia)
·
escala (scala)
·
escarola (scariola)
·
escarpa (scarpa)
·
escarpim (scarpino)
·
escolta (scorta)
·
escopeta (scopetta)
·
escorbuto (scorbutto)
·
escorchar (scorciare)
·
esdrúxulo (sdrucciolo)
·
esfumar (sfumare)
·
espadachim (spadaccino)
·
espaguete (spaghetti)
·
espaventar (spaventare)
·
esplanada (spianata)
·
esquadro (squadro)
·
esquadra (squadra)
·
esquadrão (squadrone)
·
esquete (schizzo)
·
esquife (schifo)
·
esquifoso (schifoso)
·
esquivar (schivare)
·
esquivo (schivo)
·
estafeta (staffeta)
·
estampa (stampa)
·
estafar (staffare)
·
estafermo (stafermo)
·
estância (stanza)
·
estileto (stiletto)
·
estorno (storno)
·
estrambótico (strambotto)
·
estravagância (stravaganza)
·
estropear (stroppiare)
·
estudio (studio)
·
estuque (stucco)
·
expresso (espresso)
·
fachada (facciata)
·
fagote (fagotto)
·
faiança (Faenza)
·
falsete (falsetto)
·
fanal (fanale)
·
farsa (farce)
·
fascismo (fascismo)
·
favorito (favorito)
·
faxina (fascina)
·
feltro (feltro)
·
festa (festa)
·
festejar (festeggiare)
·
fiasco (fare fiasco)
·
filigrana (filligrana)
·
flauta (flauta)
·
florete (fioretto)
·
fólio (foglio)
·
fontanela (fontanella)
·
fosso (fosso)
·
fracasso (fracasso)
·
fragata (fregata)
·
fresco (fresco)
·
fuga (fuga)
·
fumarola (fumaruola)
·
fusa (fusa)
·
gabinete (gabinetto)
·
galante (galante)
·
galera (gallera)
·
galeria (galleria)
·
galhardete (gagliardetto)
·
gambito (gambetto)
·
garatujar (grattugiare)
·
garbo (garbo)
·
gazeta (gazzetta)
·
gesso (gesso)
·
girafa (giraffa)
·
girândola (girandola)
·
gôndola (gondola)
·
grafite (grafitti)
·
grandioso (grandioso)
·
granito (granito)
·
grotesco (grottesco)
·
grosa (grossa)
·
grupo (gruppo)
·
gueto (ghetto)
·
guitarra (chitarra)
·
Índigo (indaco)
·
infantaria (infanteria)
·
inferno (inferno)
·
informática (informatica)
·
irredento (irredento)
·
isolar (isolare)
·
laguna (laguna)
·
lambreta (lambretta)
·
lampião (lampione)
·
lancha (lancia)
·
lasanha (lasagna)
·
lava (lava)
·
lazareto (lazaretto)
·
levante (levante)
·
libreto (libretto)
·
loja (loggia)
·
loteria (lotteria)
·
macarrão (macaroni)
·
madona (madonna)
·
madrigal (madrigale)
·
maestro (maestro)
·
máfia (mafia)
·
mafioso (mafioso)
·
magazine (magazzino)
·
magenta (Magenta)
·
magnífico (magnifico)
·
malandro (malandrino)
·
malária (malaria)
·
maneirismo (manierismo)
·
manejar (maneggiare)
·
manicomio (manicomio)
·
manifesto (manifesto)
·
maquete (macchietta)
·
maquiavélico (macchiavelico)
·
marrasquino (maraschino)
·
marina (marina)
·
máscara (maschera)
·
medalha (medaglia)
·
médico (medico)
·
melodrama (mellodrama)
·
mercante (mercante)
·
merengue (Marengo)
·
mezanino (mezzanino)
·
mezena (mezzena)
·
milanesa (milanese)
·
miniatura (miniatura)
·
moçarela (mozzarella)
·
modelo (modello)
·
monstro (mostro)
·
morbidez (morbidezza)
·
mortadela (mortadella)
·
moscatel (muscadello)
·
mosquete (moschetto)
·
motete (motteto)
·
mussolina (mussolina)
·
namorado (innamorato)
·
neutrino (neutrino)
·
nhoque (gnocchi)
·
nicho (nicchia)
·
novela (novella)
·
ocarina (ocarina)
·
ópera (opera)
·
opereta (operetta)
·
oratório (oratorio)
·
orégano (oregano)
·
orquestra (orchestra)
·
pagem (paggio)
·
palafita (palafitta)
·
palco (palco)
·
paleta (paletta)
·
palhaço (pagliaccio)
·
pança (panza)
·
panetone (panettone)
·
papa (papa)
·
parapeito (parapetto)
·
parmesão (parmiggiano)
·
partitura (partittura)
·
pasquim (pasquino)
·
pastel (pastello)
·
pastiche (pasticcio)
·
pavana (pavana)
·
pedante (pedante)
·
pedestal (piedistallo)
·
pelagra (pellagra)
·
penacho (penacchio)
·
peperone (pepperoni)
·
perfil (profilo)
·
pérgula (pergola)
·
pérola (perla)
·
petéquia (petecchia)
·
piano (piano)
·
pícolo (piccolo)
·
pilastra (pilastro)
·
piloto (pilota)
·
pipa (pipa)
·
pistáquio (pistacchio)
·
pistola (Pistoia)
·
pitoresco (pittoresco)
·
pizza (pizza)
·
pizzaria (pizzeria)
·
polenta (polenta)
·
polichinelo (pulcinella)
·
politico (politico)
·
poltrão (poltrone)
·
pomada (pomata)
·
populacho (popolaccio)
·
porcelana (porcellana)
·
pórtico (portico)
·
portifólio (portafoglio)
·
postilhão (postiglione)
·
previdência (previdenza)
·
prima-dona (primadonna)
·
propaganda (propaganda)
·
provolone (provolone)
·
quarteto (quartetto)
·
quinteto (quintetto)
·
raça (razza)
·
raquete (rachetta)
·
ravióli (ravioli)
·
reduto (ridotto)
·
regata (regatta)
·
remontar (rimontare)
·
réplica (replica)
·
represália (represaglie)
·
retornelo (ritornello)
·
retrato (ritratto)
·
ribalta (ribalta)
·
ricota (ricotta)
·
risoto (risotto)
·
romança (romanza)
·
rotunda (rotonda)
·
rúcula (arugula)
·
rufião (ruffiano)
·
salame (salami)
·
salão (salone)
·
salsicha (salsiccie)
·
saltimbanco (saltimbanco)
·
saquear (sacheggiare)
·
sarrabulho (quazzabuglio)
·
sedã (sede)
·
sêmola (semola)
·
semolina (semolino)
·
sentinela (sentinella)
·
sépia (sepia)
·
serenata (serenata)
·
simpático (simpatico)
·
siena (sienna)
·
sinfonia (sinfonia)
·
siroco (sirocco)
·
soda (soda)
·
soldado (soldato)
·
solfejo (solfeggio)
·
solo (solo)
·
sonata (sonata)
·
sonatina (sonatina)
·
soneto (sonneto)
·
soprano (soprano)
·
sorgo (sorgo)
·
sotaina (sottana)
·
surdina (sordina)
·
taça (tazza)
·
taco (tacco)
·
tafetá (taffettà)
·
talharim (tagliarini)
·
talher (tagliere)
·
tarantela (tarantella)
·
tarântula (tarantola)
·
tarô (tarocchi)
·
tartaruga (tartaruga)
·
tchau (ciao)
·
tenor (tenore)
·
tenuto (tenuto)
·
têmpera (tempera)
·
terceto (terzetto)
·
terraço (terrazzo)
·
terracota (terracotta)
·
terraplenagem (terrapieno)
·
tímpano (timpano)
·
tocata (toccata)
·
toco (tocco)
·
tômbola (tombola)
·
torcicolo (torcicollo)
·
torso (torso)
·
toscano (toscano)
·
tostão (testone)
·
tramontano (tramontana)
·
trampolim (trampolino)
·
travertino (travertino)
·
trépano (trepano)
·
trio (trio)
·
trombone (trombone)
·
truco (trucco)
·
tuba (tuba)
·
tutifrúti (tutti-frutti)
·
ultramontano (ultramontano)
·
urca (urca)
·
urro (urlo)
·
urrar (urlare)
·
ventarola (ventarola)
·
vila (villa)
·
vilegiatura (villegiatura)
·
viola (viola)
·
violino (violino)
·
violoncelo (violoncello)
·
virtuoso (virtuoso)
·
zarpar (sarpare)
·
zero (zero)
·
zibelina (zibelino)
·
zíngaro (zingaro)
Fonte:
Dicionário Universal
da Lingua Portuguesa. Editora Priberam, Portugal.
Disponível on-line em:
http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
Copyright 2007 by
Renato Marcos Endrizzi Sabbatini
Publicado em agosto de
2007.